Mostrando postagens com marcador Homossexualismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Homossexualismo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

A pergunta que nunca se cala: Homossexualismo é a mesma coisa que homossexualidade?

Mais ou menos. É interessante saber que muitos estudiosos estão preferindo usar o termo homossexualidade ao invés de “homossexualismo“, sabe por que? O termo homossexualismo foi criado numa época em que as pessoas ainda não entendiam certos aspectos da sexualidade e fizeram muitas suposições baseadas em preconceitos que se revelaram erradas depois. Como de que homossexualidade poderia ser uma doença. Para evitar essa carga negativa, hoje é recomendável usarmos a palavra homossexualidade, como referência a uma das possibilidades da sexualidade humana. Utilizamos o termo “homossexualismo” neste texto apenas porque é essa a palavra que as pessoas usam quando ainda não conhecem bem o assunto e pesquisam para saber mais na Internet. Agora que você já aprendeu, use o termo homossexualidade.

Homossexuais (gays) querem virar mulher? Lésbicas querem ser homens?

Não. Existem sim gays que possuem gestos femininos e as lésbicas com jeito masculino, em diversos graus, e não há nada de errado com isso, são apenas formas de expressar-se. Mas esta é apenas uma parcela das muitas possibilidades de agir entre homossexuais. Muitos gays e lésbicas são homens e mulheres com comportamento igual a de outros homens e mulheres heterossexuais. Não dá para saber se alguém é gay só de olhar. Homossexualismo (ou homossexualidade) não é uma característica física, ou uma forma de agir, falar ou vestir, é apenas uma orientação do desejo afetivo e sexual por pessoas do mesmo sexo. Por exemplo, um rapaz com gestos femininos pode ser heterossexual (gostar apenas de meninas) e um outro rapaz másculo, estilo bad boy, pode gostar apenas de outros homens (sendo portanto, homossexual). Do mesmo jeito que existem heterossexuais que se comportam de diversas formas diferentes, existem homossexuais que se agem cada um de seu jeito.

Mas é importante observar que de fato existem as travestis e as transexuais, que comportam-se como pessoas do sexo oposto ao que nasceram, mas isto é uma questão de identidade de gênero (como elas e eles se vêem pertencendo a um sexo ou a outro) e não de orientação sexual (as formas de desejo homo, hetero e bissexual)

Homossexualismo é crime?

Não. No Brasil a homossexualidade não é crime. Homossexuais não podem ser presos por serem o que são ou por demonstrarem seu afeto socialmente do mesmo jeito que casais heterossexuais o fazem. Uma garota não pode ser presa por passear de mãos dadas com a namorada ou ou rapaz por beijar o namorado.

Na verdade é crime a discriminação e a violência de forma geral. Alguns estados e municípios já possuem legislação própria para punir preconceito contra homossexuais. Infelizmente não existe uma lei federal que trate especificamente da homofobia, o preconceito contra homossexuais, mas existe uma proposta para ser votada.

Homossexualismo é opção?

Não é opção. Ninguém escolhe sentir desejos e sentimentos homossexuais. Basta pensarmos no preconceito que ainda existe em nossa sociedade para pensar que não existiria muito sentido alguém escolher uma sexualidade menos comum que a heterossexualidade. Também ninguém “vira” homossexual, como quem decide ir ao cinema. O que acontece é que todos somos criados para sermos heterossexuais, os pais a principio esperam que o filho se interesse por pessoas do sexo oposto, mesmo os que se percebem com desejos homossexuais. Logo, leva um tempo para reconhecer e admitir esses sentimentos para si mesmo e para os outros. Por isso, é comum ficarmos sabendo que alguém “virou” gay, quando na verdade estamos falando de alguém que assumiu seus desejos.

Não se sabe o que faz uma pessoa ter desejos heterossexuais (pelo sexo oposto), homossexuais (pelo mesmo sexo), ou bissexuais (pelos dois sexos). As pesquisas indicam que esses desejos se estabilizam desde cedo e tendem a permanecer os mesmos por toda a vida. E principalmente, que a pessoa não escolhe qual sexo ela irá desejar se relacionar sexual e afetivamente.

Homossexualismo é anti-natural?

Não é anti-natural. Um argumento muito comum é que homossexualidade não é natural. Primeiro é preciso pensar que não baseamos nossas decisões morais, culturais e afetivas no que os outros animais fazem. Mesmo assim, para os mais preocupados, é possível encontrar comportamento homossexual em diversas espécies animais, como pingüins, chipanzés bonobos, golfinhos, baleias, girafas, etc. Ao contrário também do que alguns argumentavam no passado, alguns deste animais escolhem como parceiros outros do mesmo sexo mesmo quando há fêmeas disponíveis para acasalamento. E essas uniões pode ser duradouras, alguns vivem com o mesmo parceiro toda vida.

Homossexualismo é doença?

Não é doença. Ser homossexual é uma condição normal de uma parcela da população. Na verdade acredita-se que em todas as populações humanas um percentual relativamente constante tem desejos sexuais e afetivos por pessoas do mesmo sexo. Ao contrário do que já se pensou no passado, hoje sabe-se, que ser homossexual não é causado por traumas de infância ou problemas familiares. Homossexualismo também não é causa de sofrimento: existem milhões de homossexuais felizes e vivendo plenamente suas vidas. No entanto, devemos saber que o preconceito este sim, causa sofrimento e por conta do preconceito muitos homossexuais sofrem violência, discriminação, são rejeitados pela família, ficam deprimidos, etc. Algumas pessoas alegam que homossexualismo leva diretamente ao sofrimento, bom, isto é uma mentira. O preconceito contra homossexuais, também chamado de homofobia é que causa sofrimento ao homossexuais e não o fato deles serem como são.

Estereótipos da Sexualidade!

Segundo tais estereótipos, afirma-se, que, a priori:

  • Os homossexuais seriam mais promíscuos e solitários;
  • A homossexualidade estaria aliada à pedofilia;
  • Os homossexuais não discernem na sua atração pelo mesmo sexo;
  • Nas relações homossexuais, tal como nas heterossexuais, é universal e inevitável a presença de um indivíduo de papel "feminino" (passivo) e de um papel "masculino" (ativo);
  • A homossexualidade é uma escolha.
Símbolo de movimentos GLBT.

Não há razões concretas e cientificamente válidas para acreditar que os homossexuais têm maior tendência para a promiscuidade que os heterossexuais. Uma imagem que resultaria possivelmente de bares gays serem o local mais frequentemente associado aos ditos e se interpretar que estes serão locais de procura de parceiros, e pela classificação anterior da homossexualidade como uma desordem de natureza exclusivamente sexual. Em parte dessa mesma interpretação da homossexualidade como desordem decorre a noção de que não são discernentes na sua procura de parceiros - subtil mas frequentemente observada na ocasião de pessoas heterossexuais que imediatamente reagem como temendo desmedidamente a possibilidade da atracção de um homossexual pelos próprios. Quanto a solidão, os homossexuais possuem as mesmas necessidades de amar e serem amados e de criar vínculos afetivos com outras pessoas sustentando relações monogâmias duradouras assim como os heterossexuais.



:-).

A violência e o Homossexualismo!

Devemos buscar examinar as questões da violência ao homossexual, inserindo nessa discussão referenciais sócio-antropológicos, mediados pela teoria das representações sociais. Nos parece crucial levantar a questão da alteridade, visto que, a consciência do outro, apresenta-se como a consciência da diferença, constituindo-se num problema de proporções históricas, econômicas e culturais de contínua importância na vida coletiva e comunitária. As relações estabelecidas entre o eu e o outro produzem situações onde se percebe a presença do medo, da segregação e da exclusão. A noção de outro remete à diferença como constitutiva da vida social, pois ela é produzida através da dinâmica das relações sociais.

Para essa discussão o conceito de relação também é fundamental, não só por estar presente na esfera cotidiana, mas, por constituir-se em nossa proposta, numa forma de leitura. Relação na reflexão filosófica, seria o ordenamento (intrínseco) de uma coisa em direção a outra. Isto é, uma realidade que para poder ser necessita de outra, senão não é (Sá,1996) . Dessa maneira, a vida social produz-se na heterogeneidade, onde a negociação da realidade resulta do sistema de interações sociais, a partir das diferenças e pela presença constante do potencial de conflito.

Assim, a idéia de relação e de reciprocidade só existe a partir do reconhecimento do outro, onde a impossibilidade de trocas e de processos de reciprocidade podem produzir impasses sócio-culturais e irrupções de violência no interior dos grupos/sociedades ou entre eles (Velho, 1996:10). Portanto, as relações sociais resultam de processos de interação e de negociação, centrados na percepção de várias formas de alteridade relacionados às diferenças entre os sujeitos, suas visões de mundo, perspectivas, interesses e sobretudo, aos múltiplos modelos de construção da realidade.

... As populações ao confinamento! Sarcástico? Não. HAHAHA.

Dentro de prisões, emergem formas de comportamento com o mesmo sexo que são distintas da homossexualidade que ocorre fora das prisões. Jovens do sexo masculino na prisão ficam vulneráveis ao estupro homossexual e à dominação por internos mais velhos que são poderosos dentro da estrutura social da prisão. Jovens que pareçam fracos, efeminados ou gays correm o maior risco de ser vitimizados. Os homens que os vitimam se enxergam como heterossexuais, e outros prisioneiros também enxergam os vitimadores como heterossexuais. Estas relações são sob coação, pois o jovem que atua neste papel espera ganhar proteção de outros prisioneiros. Tal comportamento tem pouco a ver com a homossexualidade em si e é compreendido melhor como fenômeno social distinto que ocorre devido à falta de parceiros heterossexuais e política de poder sem restrições no pátio da prisão. Os médicos que cuidam dos prisioneiros precisam estar cientes deste fenômeno.

A oportunidade emergente de um homossexual e...


Há muitas indicações de que a sociedade esteja se tornando mais tolerante com a homossexualidade e de que a discriminação esteja caindo em numerosas frentes. Várias organizações de defesa, como a Amnesty International, 2001, e a American Civil Liberties Union, 1996, estão trabalhando para melhorar os direitos legais dos homossexuais. Questões atuais incluem a extensão dos benefícios de seguro saúde para os parceiros dos homossexuais e os filhos de casais homossexuais pelos empregadores, expansão das leis antidiscriminação para incluir discriminação baseada na orientação sexual e casamento entre o mesmo sexo. Também estão ocorrendo mudanças porque a comunidade dos negócios tem reconhecido o poder de compra dos gays e lésbicas. Negócios que variam de locais para férias a casas de investimento estão moldando seus serviços e marketing para enfocar gays e lésbicas. Os anunciantes estão começando a retratar favoravelmente casais homossexuais, inclusive em famílias com filhos.

O que realmente significa o termo em relação a discriminação e homofobia?




O estigma social e a discriminação contra homos sexuais continuam sendo forças poderosas na sociedade ocidental contemporânea, e os casais de homossexuais e os casais homossexuais não possuem os mesmos direitos e proteções disponíveis para os heterossexuais. Exemplos de discriminação incluem os homossexuais barrados na carreira militar e a exclusão de adolescentes gays do Boy Scouts of America (Boy Scouts of America x Dale, 2000). Na pior das hipóteses, a antipatia contra os homossexuais resulta em ataques diretos e crimes por ódio (Federal Bureau of Investigations, 2001), como o assassinato com repercussão nacional de um jovem gay em Montana no ano de 1998.

O conceito de homofobia foi desenvolvido na década de 1970 para explicar o preconceito da sociedade contra homossexuais. De acordo com este paradigma, as pessoas se sentem ansiosas ou pouco à vontade ao lidar com questões referentes à homossexualidade ou quando lidam com homossexuais. Trabalham esse desconforto evitando o contato com questões dos homossexuais e com eles próprios. Este comportamento se torna entranhado porque efetivamente elimina o desconforto. Este comportamento é tão prevalente, contudo, que os homossexuais são marginalizados da sociedade. A homofobia também é usada para descrever sentimentos negativos e auto-relutância entre os homossexuais, o que não lhes permite uma reivindicação apropriada de tratamento não-discriminatório na sociedade.

Discriminação, ainda existe?

Então, podemos ver nos dias atuais, que o homossexualismo é hoje discriminado com uma grande influência. Na minha opinião é incrível que isso ainda seja uma questão. É óbvio que os homossexuais, como todos os cidadãos, precisam ser protegidos pela lei. Discrimar, ofender ou prejudicar um ser humano em função de cor, raça, orientação sexual ou coisas do gênero é de um atraso e de um obscurantismo que só lembra mesmo a Idade Média. Não por acaso, a Idade em que o discurso religioso era hegemônico. (Comentário de um especialista da área de discriminação, homofobia, etc.)

Iremos dizer agora, uma séries de fatores que iram avaliar mediante á cada situação observada por maioria dos homossexuais. Sempre que a sociedade discorda da essência e condição de algumas pessoas ou até mesmo quando esta, por motivos de caráter sente-se mal em estar perto de seres que supostamente são imorais e inferiores a ela, surge um problema chamado preconceito.

A significação desta palavra refere-se ao fato de você ter um conceito, uma avaliação de alguém sem conhecer a personalidade e o caráter mediante a figura física ou ações momentâneas em situações adversas, o que confere opiniões precipitadas a respeito da pessoa avaliada. A conseqüência do preconceito é a discriminação cujo significado é a efetiva repulsa a pessoa baseada no preconceito estabelecido antes, é como se fosse à execução da opinião formada, é a efetivação do preconceito formado, explicitação da concepção premeditada em face da visualização de uma situação exercida por qualquer indivíduo. Tomando como base estes conceitos podemos agrupar a homossexualidade e a pessoa do homossexual nessa atmosfera de pessoas que sofrem preconceito e são discriminadas, foram marginalizadas e segregadas do meio social. Exercerei uma análise concernente ao preconceito realizado contra a homossexualidade e depois contra o homossexual e, expondo-a através de fatores que a evidenciam e permanentemente são usados para se justificar o pleno exercício desse ato desonesto e revoltante e finalizando com as conseqüências geradas na vida do ser homossexual.

Fator Ordem natural: baseia-se no sentido de acreditar existir uma ordem natural da sexualidade onde a homossexualidade está excluída em face da relação apenas proporcionar prazer e não procriar e também é considerada como uma afronta a essa ordem estabelecida, pois o padrão definido é o homem e a mulher.Para isso justifica-se em dizer que uma pessoa de sexualidade diferente desse padrão, mudou por vontade própria a sua natureza de suposta ordem natural, como se questões relativas à sexualidade não viessem definidas na concepção genética do indivíduo.

Fator bíblia: Se o que existe na bíblia fosse realmente verdade, inexistiriam tantas versões e traduções bíblicas diferentes, pois se a mesma foi concedida por inspiração divina, à interpretação deveria ser equânime a todas, sob á ótica inspirativa. Quer dizer que Deus concedeu interpretações diferentes da sua palavra a cada um que tentou decifrá-la.Também não se tem os manuscritos originais e a certeza realmente de que foi traduzida da maneira que a mensagem era para ser divulgada. Inerente a isso o fato de cada tradutor colocar a sua própria interpretação, palavras de sentidos diferentes inseridas da forma que aprouver ao tradutor considerando sua concepção a respeito do assunto, época histórica e desejo pessoal de influenciar correlativo a visão que ele o tradutor pensa, e qual garantia temos em tudo que está escrito nessas bíblias são verdades inspirativas?Dessa forma a homossexualidade enfrenta uma "condenação" por parte daqueles os quais acreditam nessas traduções piamente sem fazer uma análise justa e coerente, e ainda quando se tem passagem dessas versões que qualificam como "pecado", sendo existentes vários contextos que mostram que essas passagens não condenam a homossexualidade, e palavras que tiveram seus significados modificados.

Fator religião: remete-se ao fato da religião empreender uma perseguição com fundamentação nas traduções bíblicas á homossexualidade caracterizando-a como "perversão", "desvio de conduta", "desvio de comportamento", "mudança da ordem natural", exercendo políticas de "curas" para algo perfeitamente natural.Com isso a religião passou a ser a principal questionadora da homossexualidade gerando nas pessoas que a seguem uma aversão exarcebada ao assunto impossibilitando em muitos momentos a discussão a respeito do assunto, verifique dentro das igrejas se ainda não é um tabu falar de sexo e principalmente da homossexualidade, as razões são simples: alguns que são religiosos e usam a religião para esconder a sua verdadeira face, repugnância ao assunto, por ser polêmico e de uma difícil definição de opinião que gregos e troianos concordem preferem deixar de lado como de fosse um zero a esquerda e que nada eles poderiam fazer.E todos os que professam alguma religião que condena á homossexualidade sabem muito bem disso, mas é uma ferida intocável que permanece ferindo e fazendo sofrer á muitas pessoas por conta dessa visão intolerante, fundamentalista e autoritária executada pela religião.

Fator moral: alia-se ao fato de considerar a homossexualidade como algo imoral, indigno, profundamente refutável do ponto de vista de valores morais cabíveis a qualquer pessoa. Ou seja, caracteriza o ser que tem uma essência da sexualidade diferente a prerrogativa da mesma ser uma pessoa digna ou não.Isso implica em dizer que não a personalidade, o caráter, ás ações que são a comprovação de alguém ser moral e sim á sua situação sexual.Outra questão é que a homossexualidade não se enquadra num rol de valores, pois quantos heteros são corruptos e até mais imorais que a homossexualidade, a constituição sexual de cada pessoa não é fator delimitante de precedência para que ela seja moral ou imoral, digna ou indigna, mas sim os seus atos, opiniões, posições, realizações frente á sociedade.È como dizer que todos os cristãos são honestos por seguirem um código de virtudes, é claro que existem cristãos desonestos, a religião do ser de maneira nenhuma posta como honesto ou corrupto. Com isso a homossexualidade carrega o estigma de ser imoral, sem valores, impura e todos os adjetivos que caracterizam refutações. È necessário entender esse problema gerado por esse pensamento por parte de muitos senhores morais, e reverter essa situação de qualificação da mesma como imoral.

Fator político e social: cada cidadão tem deveres e direitos, e para que os direitos possam ser usados precisa-se de leis e políticas públicas que legitimem e regulamentem os mesmos. Na falta de um aparato legal, legitimo e delimitador de deveres e direitos, ocorre o preconceito contra qualquer situação que seja contrária a suposta "ordem de normalidade", nisto se inclui a homossexualidade, pois leis que possam garantir o pleno exercício da sexualidade inexistem, políticas que ajudem a homossexualidade ser emancipada no sentido de penalizar quem aferir contra o estado sexual peculiar assim como acontece com o racismo onde comprovado o efetivo preconceito se é preso sem ter direito a fiança e ajuda e coloca o racismo na condição que é , pois a cor do ser em nada influi no caráter , correlativo a isso também a homossexualidade.Ao ser exposta na sociedade sem políticas públicas, a homossexualidade chega na mesma sem nenhuma proteção sendo alvo de toda sorte de aversão, resultado da falta de posturas políticas que a legitimem e faça a todos respeitá-la.

Fator educacional: está ligado a educação por parte dos pais que incutem na mente de seus filhos que a homossexualidade é algo feio, desonesto, que o ser portador da sexualidade distinta tem impossibilidades de ser feliz por ser quem é e que se deve ter cuidado com essas pessoas, manter uma certa distância e diferenciação no tratamento. Com isso a criança cresce tendo umas visões erradas, preconceituosas da homossexualidade que resultará numa nova sociedade ainda mais mergulhada na teia obscura do preconceito.Sem contar que a criança poderá ser ou não integrante dessa sexualidade, logo o problema se constitui como preconceito em relação a si mesmo, causando uma confusão na mente da criança, se essas interrupções não acontecessem dessa maneira e se a sexualidade da mesma tivesse manifestações normais ausentes de conceitos distorcidos teríamos menos complicações geradas pela educação dos pais passadas dessa forma.
Vejamos agora alguns fatores de preconceitos relacionados à pessoa do homossexual, ao ser sexual em sua condição, fundamentada na própria essência.

Fator homofobia e sociedade: amparada fortemente no preconceito, se efetiva na aversão, repugnância, repúdio, medo, vontade de prejudicar nós homossexuais pela inóspita justificativa de sermos distintos na área da sexualidade.Acontece no trabalho, no consultório médico, na padaria, na fila do banco, e em muitos outros locais, ao chegar alguém que apresenta características de gay (mesmo se for um gay não efeminado, ou seja, que não apresenta caricaturas, vestido de mulher, falando fino enfim) em alguma ação será demonstrada sua sexualidade, e já se é motivo para olhar a pessoa diferente, afastar-se dela, se pedir informação finge que não escuta ou diz não saber informar, enfim são tantas as alternativas e ações para se exercer o fator homofóbico, a presença do gay se torna um incomodo para as pessoas altamente "superiores" nesses e nos demais lugares. Esse fator poderá resultar no extremo de desejar de acabar ou tornar fatal à vida de um ser portador da sexualidade diferente, necessitando cuidado para onde se estar e caso perceba atitudes suspeitas, chamar a polícia ou pedir ajuda a alguém menos insipiente existente no local.

Fator familiar: causado pelo fato da não aceitação familiar em relação a homossexualidade do filho, exercendo preconceito, em vez de apoiar, ajudar e procurar compreender o filho, aceitando-o para ele não ser jogado aos cuidados da sociedade, garantindo assim a própria integridade física, emocional e sexual, sendo um suporte para viver feliz.

Dois fatores discriminatórios e importantes perpetrados contra a pessoa do Homossexual:

Fator da marginalização social: o resultado do preconceito e á discriminação a qual já foi conceituada no início deste artigo, concernente a isso se têm fatores discriminatórios os quais levam ao estado muitas vezes delicado e difícil de alguns homossexuais. A promiscuidade em alguns casos é um fato resultante da marginalização dentro da sociedade e por parte dela, pois o ser homossexual tendo sido desapoiado pela família pelos amigos e repudiado do meio social, necessitará é claro sobreviver e enxergar na prostituição a alternativa mais possível no momento dada a sua situação. Dessa maneira coloca em risco a vida, passa a depender de pessoas que o agenciam e são desonestas, transformando a existência num caos mental, isso se evitaria até mesmo a preocupação dos pais se estes mantessem os seus da forma que eles são e impedindo cair nas garras da vida fácil correndo de risco de adquirir doenças e traumas para a vida inteira.

Fator da segregação social: pela refutação da sociedade a nós gays de estarmos nos mesmos lugares e exercermos nossa sexualidade através de gestos que aos heteros são comuns e em qualquer lugar, nós homossexuais fomos enxotados do convívio tendo que poder viver em boates, guetos, vilas saunas especializadas, até hotéis somente para nós gays existem, quer o fato da nossa sexualidade ser distinta torna isso um fator impróprio a nossa estada no meio das outras pessoas. Existe quem lucre com essas segregações, até mesmo os gays os quais são donos desses estabelecimentos, mas isso contribui para fundamentar o preconceito, a discriminação a marginalização e a segregação, impede da sociedade aceitar e não se incomodar em ver um casal de homens a passeio e de mãos dadas, pode chocar num primeiro momento até porque comum não é por causa dos fatores citados anteriormente, mais ao longo tempo se constituirá respeito e respeitabilidade. Conseqüências diretas na vida de alguns gays, resultantes do preconceito e da discriminação.

Conseqüência pessoal: por ser vítima desse preconceito e da discriminação, muitos homossexuais acreditam ser pessoas estranhas, as quais não tem direito a nada, nem ao respeito, é alvo de piadas, têm suas vidas invadidas, são menosprezados em tudo que tentam fazer, são subestimados. O gay então começa a achar que ele sofre de algum problema, que está errado, mas na mente não consegue entender essas atitudes por parte da sociedade. Nós homossexuais temos uma conseqüência nesse campo altamente prejudicial, onde caso a solução falte implicará em vários nas nossas vidas.

Conseqüência relacional: as conseqüências evidenciam-se como num efeito cascata, o fato de sermos rejeitados incide no relacionamento de nós homossexuais, onde existem dificuldades de fazer amizades, a família nos trata como um parente distante ou bastardo, sempre que estamos ou chegamos em algum lugar somos excluídos das conversas, dos círculos de amizade, desprezados, ignorados, com isso tentam incutir em nós que não merecemos estar junto destes pois a nossa sexualidade é distinta, e assim legitima-se exercer esses atos de insipiência.

Conseqüência profissional: simplesmente existe rejeição quando algum de nós procura emprego pela razão da nossa sexualidade, creditam a capacidade que temos a nossa sexualidade, e para isso muitos ocultam a própria sexualidade em face de conseguir um empreso ou permanecer nele se já o tiver.

Conseqüência psíquica: é a pior, pois afeta as áreas mentais, muitos por não terem um equilíbrio emocional e domínio próprio acabam em face do preconceito e todos os resultados negativos que ele gera, atitudes erradas, impensadas e até fatais privando de ter uma vida excelente sendo quem se é. Conseqüência em razão da Fé: essa se configura em razão de sermos excluídos da fé, como se Deus nos detestasse e nos castigasse por apenas exercer e viver os nossos sentimentos. Através de todas essas argumentações, os homossexuais e homossexualidade são atacados, execrados, tratados como uma coisa qualquer, o que se precisa fazer é lutar sempre em favor das vidas, dos sentimentos, da essência de cada homossexual e procurar-se viver apesar do preconceito e da discriminação.



Logo abaixo, há um vídeo que demostra uma publicidade contra a homofobia, aonde maioria das pessoas praticam e agem com discriminação e preconceito sexual.


Perspectivas históricas e transculturais apresentadas no Homossexualismo atual.

Dada a diversidade da cultura humana, não é surpreendente que a homossexualidade seja expressa com uma ampla variedade de formas e seja vista de modos nitidamente contrastantes durante diferentes períodos históricos e em diferentes sociedades. Em algumas épocas e lugares, a homossexualidade era elemento aceito da vida cotidiana. Em outros contextos, tem sido considerada ofensa moral, punível com a morte; ou designada como anomalia digna de pena a ser curada com tratamento médico. Antropólogos culturais têm desenvolvido sistemas elaborados para caracterizar as estruturas sociais e funções associadas à homossexualidade dentro de sociedades em particular.

Talvez o exemplo histórico mais conhecido de sociedade que via a homossexualidade de maneira diferente da nossa é o da Grécia Antiga. Nas cidades-estado da Grécia Antiga, a homossexualidade masculina e feminina era socialmente aprovada e prática institucionalizada associada a instituições militares, educacionais e religiosas. Tal atividade não interferia no casamento heterossexual e as funções de pais. Recentemente, a atenção de estudiosos tem sido dada à homossexualidade socialmente aceita dentro de algumas culturas americanas nativas tradicionais. São exemplos menos conhecidos as várias práticas homossexuais socialmente aceitas em sociedades em desenvolvimento ou tradicionais.

:-).

O homossexualismo e seus aspectos sociais, quão; individualismo.

A homossexualidade é tanto um fenômeno social quanto individual. Este tópico lida com os aspectos históricos e transculturais da homossexualidade e depois com o lugar da homossexualidade na sociedade ocidental contemporânea. Nos Estados Unidos, a homossexualidade continua a ser questão de considerável controvérsia. Muitos se opõem à homossexualidade com bases morais e religiosas. Gays e lésbicas continuam marginalizados e ficam sujeitos à discriminação. O conceito de homofobia tem sido usado para explicar grande parte da negatividade que cerca a homossexualidade. Não obstante, a sociedade está respondendo às necessidades legítimas dos gays e lésbicas de muitos modos importantes. Com uma defesa efetiva, é provável que a homossexualidade continue a "sair do armário" e ingresse na posição de consenso da sociedade americana. Este tópico termina com uma discussão do comportamento homossexual que ocorre em prisões e em outras populações confinadas.

Principais causas para o Homossexualismo!

Claro, há controvérsias se o homossexualismo é determinado geneticamente ou se são resultados da educação ou do meio ambiente em que a pessoa é criada, mas o que podemos dizer? Um neurobiólogo chamado Roges Goski realizou uma experiência com ratos e seres humanos, ambos fêmeas, que receberam a testosterona ainda em fase intra-uterina e observou que, desde a primeira fase da vida, elas tinham comportamentos masculinos, como gostos, brincadeiras mais agressivas além de sentirem-se mais atraídas por fêmeas. Será que isso realmente é verdade? Procure saber na explicação logo á baixo, sobre as principais causas para tornar-se uma espécie do gênero do homossexualismo!

:-).


Contrário a essa tendência bio-geneticista das causas do homossexualismo, estão os psicólogos e psicanalistas. Não se nega que a base genética de nossas características humanas ou as tendências que temos de desenvolver algumas doenças, por exemplo, tem base genética, mas daí incluir o homossexualismo como quase-doença geneticamente determinada é, no mínimo, simplismo científico.

Daryl Bem, psicólogo da Universidade de Cornell (EUA), pesquisa a formação intra-familiar do homossexual. Quais brincadeiras uma pessoa preferia quando criança, seus gostos por roupas, jóias, tipo de relação com a mãe, com o pai, etc. e concluiu que os incidentes do desenvolvimento, o tipo de investimento familiar e as tendências da própria pessoa, todos esses fatores pesam muito mais na determinação do homossexualismo do que os fatores genéticos.

A nova geração de psicólogos americanos a partir de Judith Harris tende a valorizar as vivências "fora" da família, isto é, as relações interpessoais com vizinhos, colegas da escola e da rua, como fatores que mais pesam no desenvolvimento da personalidade. Nesse sentido, meninos que se comportam segundo o estereótipo de menino (gostam de brincadeiras mais agressivas, se identificam com heróis, gostam de aventuras, ação, são menos obedientes e se encrencam na escola por má conduta mais que as meninas etc) se diferenciam delas que costumam ter um jeito mais suave e introspectivo. O "normal" nessa cultura é esperar que os meninos sintam-se atraídos pelas mulheres, mas não em ser como elas. Porém, sobram perguntas sem respostas satisfatórias. Como entender as pessoas que desde crianças sentem-se atraídas pelo estilo das meninas? Será que, só por essa tendência, fatalmente desenvolverão homossexualismo ou será apenas uma fase passageira? E as meninas que admiram mais as meninas, que são fascinadas por pessoas famosas, será que estão sendo atraídas a se tornarem homossexuais ou trata-se somente de simples admiração?

De nossa parte, esclarecemos que tanto meninos quanto meninas, até a fase da adolescência, não podemos afirmar que serão homossexuais quando adultos, só por terem gostos e jeito do sexo oposto. São fases em que é normal é a presença de estereótipos, facilmente copiados na mídia e repetidos nos gestos, mímica, falas, etc. Ademais, se eles estão ainda em formação total da personalidade, inclui também a psicossexualidade ou sua definição sexual.

Os estudos de Freud, no início do séc. 20, jogaram um pouco de luz nas causas da homossexualidade. Para o pai da psicanálise, três fatores parecem determinar o homossexualismo: a forte ligação com a mãe, a fixação na fase narcísica e o complexo de castração. No primeiro, o homossexualismo teria início devido a uma forte e incomum fixação com a mãe o que impediria essa pessoa de se ligar a outra mulher. O segundo fator, o narcisismo, faz com que a pessoa tenha menos trabalho em se ligar ao seu igual que em outro sexo. A estagnação na fase narcísica faria com que "o amor fosse para eles sempre condicionado por um orgão genital semelhante ao deles" (Ferenczi). O terceiro fator, aponta problemas relativos à travessia da castração, isto é, sofrimentos relativos as perdas e a idéia de morte que deixariam a pessoa acomodada ou acovardada na sua psicossexualidade.

Em verdade, não podemos escapar do fato de que somos todos ambissexuais. Esse termo proposto por S. Ferenczi, em 1914, é ainda útil para exprimir que a criança, num certo estádio do seu desenvolvimento normal, manifesta sentimentos anfieróticos, quer dizer, ela pode transferir sua libido ao mesmo tempo para o homem (o pai) e para a mulher (a mãe). Observa-se em qualquer cultura do mundo -- incluso também a nossa -- que as pessoas tendem a ter atração pelo mesmo sexo e se distanciam do sexo oposto, ou seja, as amizades são mais fáceis de acontecer entre homens e só de mulheres entre si. Não faz muito tempo, as escolas separavam salas de aulas só de meninas e outras só com meninos, numa evidente opção institucional e inconsciente pela "homossexualidade". Até hoje, no interior brasileiro, assim como no mundo oriental, os hindús, os árabes, se sentem mais próximos dos homens que de mulheres. Nessas culturas, não há preconceito quanto a homossexualidade, vista nos grupos de danças, nas rodas de jogos, nas conversas e brincadeiras. Esses grupos se organizam segundo as regras da homossexualidade (quer dizer: "igual sexo") e, no entanto, ao que parece não chegam a ser homossexuais. Por quê? Talvez pelo complexo de castração, o terceiro fator acima proposto pela psicanálise.

De qualquer forma, ainda não foram respondidas a contento as questões: por que algumas pessoas tem preferências ou tendências homossexuais? Será que o homossexualismo não passa de uma espécie de inveja do outro sexo; que deseja ter o jeito do outro sexo? Ou, seu desejo primeiro é não ter desejo, nem ser "macho", nem "fêmea", mas de ser o terceiro sexo? Qual o limite da determinação genética quanto a homossexualidade e o homossexualismo? E a influencia desta com os fatores ambientais e a significação atribuída ao próprio sujeito desejante?
No momento, os estudiosos parecem estarem de acordo em somente um ponto: não há uma única causa quanto ao que determina o homossexualismo.

Os pais em geral deveriam educar seus filhos para uma sexualidade sadia, sem preconceitos ou sofrimentos desnecessários. Deveriam ter melhor preparo, mais esclarecimentos e sobretudo saber escutá-los nas suas dificuldades e dúvidas. Os pais de homossexuais, não mais deveriam se perguntar "Onde foi que eu errei?", mas "Como devo proceder-me para que essa pessoa seja feliz?", porque em verdade, o amor não ter sexo.

Sexualidade entre Homossexuais!

O que dizer? Para alguns são estereótipos usados apenas para descriminá-los, ofende-los, etc. Mas o que iremos trabalhar nesse momento, é sobre os métodos ultilizados pelo homossexualismo em seus fins sexuais. Procura entender!



Casais com qualquer orientação sexual são formados para satisfazer algumas ou todas as necessidades a seguir: alimentação, abrigo, segurança, expressão sexual, companheirismo, status social, realização, amor e afeição e autopreenchimento. A natureza e o grau de compromisso do relacionamento variam de casal para casal. Os relacionamentos homossexuais, como os arranjos heterossexuais, são diversos. Podem ou não envolver a vida sob o mesmo teto; podem ou não envolver exclusividade; podem ou não ser exclusivos de envolvimento heterossexual formal ou informal. Podem ser para a vida toda, por curto tempo, em série ou entre outros relacionamentos. A característica de definição é que os indivíduos se identifiquem como casal. Alguns casais formalizam a relação através de cerimônias religiosas ou seculares, bem como através do reconhecimento legal limitado dos casais homossexuais que existe em algumas áreas.




Os homossexuais que vivem juntos como um casal casado estão obtendo um status doméstico reconhecido, conforme refletido pelos códigos do censo 2000 nos EUA. Estão sendo criadas instituições legais para formalizar e reconhecer relacionamentos de casais homossexuais, dando-lhes a proteção e as acomodações permitidas aos casais heterossexuais em condições de casados ou de união estável.

O casal homossexual começa com algumas oportunidades singulares. Enquanto homens e mulheres nos relacionamentos heterossexuais têm uma certa latitude em sua aceitação de identidades e comportamentos normativos específicos do sexo, os membros dos relacionamentos homossexuais realmente podem fazer escolhas mais conscientes de independência, competitividade, distância emocional, exploração, afeto, manutenção da relação, expressão de vulnerabilidades e outros atributos relacionados aos casais. Pelo menos nas sociedades ocidentais contemporâneas, os casais homossexuais têm mais probabilidade de fazer escolhas explícitas referentes à quantidade e à qualidade de contato permitida com outros indivíduos, etiqueta, divisão de trabalho e estilos de vida. Ademais, o casal homossexual, mais que outros, desenvolve uma estratégia e conjunto de táticas para lidar com o mundo exterior, que pode ser estéril, hostil e nocivo, bem como para possuir oportunidades, apoio e proteção.

Embora cada casal homossexual seja peculiar, algumas generalizações se aplicam e são pontos de início úteis na avaliação de casais específicos. Não é surpreendente que os casais de gays e lésbicas difiram entre si de maneiras características, exibindo os casais gays comportamentos masculinos mais tradicionais e os casais de lésbicas exibindo mais características associadas a mulheres em outros contextos.

Comparados os casais de lésbicas, os gays tendem a dar maior ênfase ao contato genital, têm atividade sexual mais freqüente, ligações mais frouxas entre sexualidade e envolvimento emocional e intimidade, menos exclusividade nos relacionamentos, maior preferência por autonomia e mais inclinações exploratórias. Estudos anteriores sobre relacionamento homossexual masculino enfocavam a recreação descompromissada, e não relacionamentos íntimos duradouros. Pensa-se atualmente que os homens homossexuais assumam padrões mais recreacionais do que os homens heterossexuais, as mulheres homossexuais ou as mulheres heterossexuais. Conquanto um grau de espírito de aventura sexual possa ou não ser problemático para o casal, os relacionamentos sexuais fora do casal podem trazer tensão ao relacionamento.

Questões referentes ao risco da síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) são outra fonte de tensão para o casal, especialmente quando um parceiro tiver o vírus da imunodeficiência humana (HIV) e o outro não, ou quando um parceiro tiver mais riscos de adquirir o HIV fora do relacionamento.

A forma mais freqüente de atividade homossexual masculina é a felação e a masturbação; o intercurso anal ocorre muito menos freqüentemente. A freqüência de praticas sexuais de alto risco entre os homens homossexuais, como o intercurso anal não protegido e ter múltiplos parceiros, tem mudado em resposta à preocupação generalizada com o HIV. A princípio, o medo parecia motivar as práticas sexuais conservadoras. Mais recentemente, contudo, as práticas se tornaram menos conservadoras, pois o evitar temeroso deu lugar a uma postura descuidada com os possíveis riscos de uma contaminação. Conquanto todos os casais finalmente devam encarar a perspectiva de declínio funcional e doença terminal, a epidemia de HIV/AIDS tem feito muitos casais de gays encarar estas questões prematuramente.

Os casais de lésbicas tipicamente expressam características femininas, incluindo menor ênfase no contato genital, diminuição mais rápida da freqüência do contato sexual, maior ênfase na intimidade emocional e afeto, mais exclusividade nos relacionamentos e maior inclinação para estabilidade no longo prazo dos relacionamentos. Muitas mulheres homossexuais têm relacionamentos heterossexuais, casamentos e filhos. Algumas mulheres retornam aos relacionamentos heterossexuais após a dissolução de um relacionamento lésbico.

As formas predominantes de atividade sexual entre as lésbicas são estimulação orogenital e manual-genital ao orgasmo. A auto-estimulação freqüentemente é o método preferido. O uso de pênis artificial, a estimulação anal e outras práticas são infreqüentemente usadas. Orgasmo infreqüente ou ausência absoluta de orgasmo é o que uma minoria de lésbicas experimenta. Compromisso e compatibilidade são pelo menos tão importantes quanto a atividade sexual e o orgasmo. Parece que a freqüência da atividade sexual em casais de lésbicas declina, em maior grau, do que nos casais com pelo menos um homem.

No passado, casais homossexuais costumavam viver juntos, mas não exibiam publicamente sua relação como meio de evitar discriminação. Muitos casais agora vivem abertamente e reivindicam a legitimação de seu relacionamento através de casamento simbólico, várias formas de união legal e criação de filhos. O casamento homossexual tem sido reconhecido por numerosas religiões e instituições políticas. Além disso, um recente caso judicial em Nova Jersey estabeleceu o direito de os parceiros homossexuais terem nomes de casados, o que invalidou a política estadual sobre o contrário. A determinação do juiz incluiu o reconhecimento específico da legitimidade das uniões estáveis com o mesmo sexo.

À medida que os casais do mesmo sexo se tornam mais abertos sobre seu relacionamento, a criação de filhos se torna cada vez mais desejável e possível. Os casais homossexuais costumam ter filhos de casamentos anteriores. Ademais, os casais de lésbicas estão engravidando e tendo crianças através de vários outros arranjos, assim como os casais heterossexuais inférteis. A adoção é outro caminho para ter filhos que casais de gays e lésbicas podem preferir. Os direitos de adoção estão sujeitos a regras legais e burocráticas, regulamentos e administração. Por estas razões, os direitos de adoção são o foco de intensa luta para controle da agenda moral nos Estados Unidos. Para homossexuais, a adoção é o meio de satisfazer desejos de ser pais e um meio de afirmar o status social.

Casos referenciais estão estabelecendo o direto de adotar. Por exemplo, em decorrência de um caso judicial não contestado, a província de Nova Scotia, Canadá, está revisando suas leis para permitir a adoção por pais do mesmo sexo. Como o governo era contra um requisito de casamento para os pais adotivos, a nova lei da província possibilita a casais não casados de qualquer gênero se candidatarem à adoção.



;
;